Festival Bienal de Artes de Seia valoriza produção artística local e regional

Evento vai decorrer na cidade e nas freguesias de Loriga e Sabugueiro

A cidade de Seia vai receber, entre Maio e Julho, o ARTIS XVII – Festival Bienal de Artes de Seia, que visa incentivar e valorizar a produção artística local e regional, e divulgar e promover as artes nacionais no Interior.

O festival é promovido pela Associação de Arte e Imagem de Seia, em parceria com a Câmara Municipal local, entre 16 de Maio e 30 de Julho.

Segundo a organização, o evento cultural é composto por mostras de artes plásticas e de fotografia, «integradas num programa que contemplará outras áreas artísticas como performance, cinema, teatro e música».

Para além das exposições principais, que vão decorrer na Casa Municipal da Cultura de Seia, integrando obras de artistas convidados, representando as Bienais Internacionais de Gaia e de Cerveira, e das obras a concurso, ficará patente na Galeria de Exposições temporárias do Posto de Turismo de Seia uma exposição de artistas russos contemporâneos.

A organização refere em comunicado que no ARTIS XVII serão atribuídos prémios monetários e não monetários, distinguindo uma obra/autor em cada uma das áreas contempladas.

«O prémio principal, no valor de dois mil euros, será atribuído a uma obra de artes plásticas», refere a nota.

A fonte adianta que o tema nas várias áreas é “A Cidade e a Serra”, podendo os artistas optar pelo tema livre. «A escolha deste tema visa recolher contributos críticos e visões criativas sobre as relações entre espaço urbano e espaço rural, a cidade e o campo, a cidade de Seia e a Serra da Estrela, no século XXI», justificam os promotores do evento cultural.

O festival estende-se este ano às freguesias de Loriga e de Sabugueiro, no concelho de Seia, onde decorrerão exposições, performances e outras actividades artísticas.

No âmbito do ARTIS XVII terá ainda lugar um encontro, em Seia, com personalidades nacionais ligadas às artes plásticas, arquitectura, património e história da arte, «para uma reflexão conjunta sobre as interacções entre as artes e o património no quotidiano das pessoas, na cidade e na serra», adianta a organização.

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