Praias de Seia com capacidade para 2.460 pessoas

Praia Fluvial de Sandomil

Praia Fluvial de Sandomil

Na região, as zonas balneares do concelho de Seia são as que permitem maior lotação (2.460 utentes), seguindo-se o Vale do Rossim, em Gouveia, com 1.300, Oliveira do Hospital com 760 e Manteigas com 600 pessoas.

As praias fluviais do concelho de Seia, no distrito da Guarda, podem receber este ano em simultâneo 2.460 pessoas, revela a proposta de lotação das zonas balneares da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

De acordo com a informação divulgada, a praia de Sandomil terá capacidade para 770 utentes, mais 130 do que a de Vila Cova à Coelheira, com 640, as duas situadas no rio Alva.

A praia de Loriga, muito procurada por turistas e detentora da “Bandeira Azul” e da Bandeira “Qualidade de Ouro”, apresenta-se com capacidade para 410 pessoas.

No concelho de Seia, destaque também para a praia do Sabugueiro, com capacidade para 240 utentes e o Paço do Lagar (Vasco Esteves de Baixo, Alvoco da Serra) para 140.

A praia da Lapa dos Dinheiros, também detentora da “Bandeira Azul” e da Bandeira “Qualidade de Ouro”, e a praia Dr. Pedro, na Senhora do Desterro, pode receber 130 pessoas cada.

Na região, destaque também para a lagoa do Vale do Rossim, em Gouveia, com capacidade para 1.300 pessoas e Relva da Reboleira, em Manteigas, com 600. Em Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, a praia fluvial de Avô recebe 410, S. Gião pode receber 150, mais trinta que S. Sebastião da Feira, com 120, e Alvôco das Várzeas tem capacidade para 80 pessoas.

A APA explica que em contexto Covid «importa garantir a distância de segurança» e que para as “águas interiores” foi definida a área utilizável para a prática balnear, «considerando a extensão da frente da zona balnear e uma faixa com a profundidade passível de utilização contada a partir do limite do plano de água», sendo considerados também «os espaços envolventes disponíveis para o uso balnear», como parques de merendas, esplanadas, relvados, campos de jogos e piscinas com plataformas flutuantes.

Durante a época balnear deste ano, os utentes das praias devem assegurar um distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos e afastamento de três metros entre chapéus-de-sol, toldos ou colmos, segundo um decreto-lei aprovado pelo Governo.

Além do «distanciamento físico de segurança entre utentes no acesso e na utilização da praia e no banho no mar ou no rio», os cidadãos devem cumprir as medidas de etiqueta respiratória e proceder à limpeza frequente das mãos, bem como «evitar o acesso a zonas identificadas com ocupação elevada ou plena».

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