Sapadores Florestais de Seia ajudam concelho vizinho no combate às chamas

O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Seia participou no combate às chamas em Sobral de São Miguel, no concelho da Covilhã.

«Por solicitação do município da Covilhã», foram mobilizados para o incêndio no dia de ontem «duas equipas de Sapadores Florestais do município de Seia, a máquina de rastos do município de Seia, o Coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil (técnico credenciado em fogo de supressão) e duas equipa de logística, num total de sete viaturas e 14 elementos», refere o SMPC numa publicação na sua página do Facebook.

Segundo a mesma fonte, foram «realizados trabalhos de combate directo e indirecto com máquina de rastos, apoio no planeamento, preparação e execução de manobras de fogo de supressão, entre outros».

O fogo que lavra desde quarta-feira na freguesia de Sobral de São Miguel mantém-se em curso, mas a expectativa é de que seja dominado durante a noite, disse à Lusa o presidente da autarquia local.

«Neste momento, a humidade relativa do ar subiu substancialmente, a temperatura baixou e o vento também amainou, a expectativa é de que seja controlado durante a noite e que, pela manhã, já esteja em resolução», apontou o presidente da Câmara da Covilhã, Vítor Pereira.

Às 22:00H encontravam-se no teatro de operações 464 operacionais, auxiliados por 149 veículos, segundo a informação publicada na página oficial na internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Este incêndio deflagrou quarta-feira, às 14:43H, numa zona de povoamento florestal paralela à freguesia de Sobral de São Miguel, classificada como Aldeia de Xisto, e a proximidade à localidade causou grande preocupação.

Cerca das 07:30H de hoje, chegou a ser dado como dominado e os meios mantiveram o trabalho no terreno ao longo de todo o dia.

Às 17:45H, ficou novamente activo, fruto de várias «reactivações difíceis de controlar», disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco.

A orografia e os acentuados declives têm sido as principais dificuldades que os operacionais encontram no terreno.

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